Porque armazenar

Porque armazenar

Perguntas Frequentes

O que é o armazenamento de células-tronco de cordão umbilical e como é feito?

O armazenamento de células-tronco é a técnica que permite manter as células do cordão umbilical guardadas por longos períodos através da criopreservação22. Representa oportunidade única de guardar um material rico que seria descartado e que tem potencial para uso médico. A utilização das células-tronco pode salvar vidas e/ou melhorar significativamente a qualidade de vida. Armazenar as células-tronco de seu bebê dá a segurança de que estas células estarão disponíveis, sempre que necessário, para o uso de seu bebê ou familiares diretos.

A coleta destas células é simples, segura e indolor23. Leva em torno de cinco minutos e é realizada imediatamente após o parto. Depois que o cordão é clampeado e cortado, o sangue restante é coletado e enviado, em uma bolsa apropriada para o transporte, até o nosso laboratório. Em seguida, o sangue do cordão é processado e congelado através de um processo chamado criopreservação (no qual as amostras são armazenadas em tanques de nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC). Estas são as condições recomendadas para o armazenamento por longos períodos, já que, assim, as células ficam inertes, sem que suas características ou sua idade biológica sejam alteradas.

A coleta do cordão também é muito simples. Basta que o médico ou o profissional de enfermagem recolha o maior segmento do cordão e o coloque em um frasco especial, fornecido pela CordVida. O sangue e o cordão seguirão juntos para o nosso laboratório. As células do cordão serão processadas e criopreservadas em seguida.

Por que coletar e armazenar as células-tronco do sangue do cordão umbilical?

Desde 1988, já foram realizados mais de 1,5 mil transplantes de sangue de cordão umbilical no Brasil e 25.000 no mundo, tratando cerca de 80 doenças24. Atualmente, o sangue de cordão umbilical é amplamente estudado por pesquisadores em busca de tratamentos possíveis para novas doenças.

As células armazenadas têm 100% de compatibilidade com o seu filho e 25% de probabilidade de serem 100% compatíveis entre irmãos diretos. Quando seu uso for necessário, a disponibilidade deste material é imediata. A espera, muitas vezes infrutífera, por um doador compatível pode piorar o prognóstico do tratamento.

Além disso, as células do cordão umbilical são jovens e imaturas: consequentemente, são mais tolerantes imunologicamente, o que aumenta a possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis25,25,27,28. Soma-se a isto o fato de o sangue de cordão umbilical não ter sofrido exposição prolongada a fatores do meio ambiente e, uma vez armazenado, permanecerá livre de novas exposições44.

Também há a vantagem de a coleta ser indolor e não oferecer riscos ao bebê ou à mãe. O armazenamento das células-tronco do sangue do cordão umbilical é uma opção antecipada para famílias com predisposição às doenças imunológicas e oncológicas e para minorias étnicas, pois estas apresentam mais dificuldade de encontrar um doador compatível.

Por que armazenar células-tronco mesenquimais?

Por suas propriedades imunológicas e de regeneração dos tecidos, as células-tronco mesenquimais são estudadas por grandes centros de pesquisa de vários países. Estuda-se o potencial terapêutico em doenças que nosso corpo, muitas vezes, não consegue sanar, como acontece em casos de diabetes tipo I, diabetes tipo II, cirrose hepática, infarto agudo do miocárdio, miocardiopatia dilatada idiopática, queimadura aguda, lesões articulares e osteotendíneas relacionadas ao esporte e doença de Alzheimer29,30,31.

Um importante ensaio clínico conduzido num dos principais centros de câncer do mundo, o MD Anderson Center em Houston nos EUA, demonstrou que a célula-tronco hematopoética do sangue do cordão umbilical é capaz de se expandir em até 12,2 vezes, quando colocadas em cultura junto com células-tronco mesenquimais da medula óssea. Isto contribuiu para a recuperação 37,5% mais rápida (15 dias para a pega versus 24 dias) da medula óssea em tratamento45.

Outro grande benefício da aplicação das células-tronco mesenquimais do tecido do cordão ocorre quando este material é utilizado simultaneamente às células-tronco do sangue do cordão em transplantes de medula óssea32,33. Ensaios pré-clinicos demonstram que esta combinação pode ser capaz de aumentar em até seis vezes a quantidade de células que pegam na medula34. Este fato sugere que, no futuro, poderemos vir a oferecer a oportunidade de tratar pacientes com maior peso, já que o maior número de células-tronco do sangue seria suficiente em razão do auxílio na enxertia oferecido pelas células-tronco mesenquimais.

Todas estas aplicações estão em fase de pesquisa. Hoje, são mais de 30 estudos em andamento para entender melhor o potencial de utilização das células-tronco mesenquimais do cordão, mas ainda não há terapias com utilização destas células aprovadas para uso clínico35.

Ao armazenar células-tronco mesenquimais do tecido do cordão umbilical e células tronco do sangue do cordão umbilical, mais opções de tratamento podem estar disponíveis para sua família. São inúmeros os benefícios alcançados através de um processo de coleta que, além de não invasivo, é absolutamente seguro tanto para a mãe como para o bebê e aproveita um material que seria descartado.

Por que não coletar células-tronco do meu filho quando ele for mais velho?

À medida que o tempo passa, as células-tronco, como resto do corpo, envelhecem. No indivíduo adulto, as células-tronco têm menor poder proliferativo e de diferenciação36. Por isso, quanto mais precocemente for realizado o armazenamento, maior será o contingente de células com alta potencialidade e poder proliferativo37,44.

O parto é a única oportunidade para colher células-tronco do cordão umbilical, que são jovens e com baixíssima exposição a fatores do meio ambiente

Qual o volume de sangue coletado no cordão umbilical?

O volume de sangue coletado é variável, a depender do tamanho e calibre do cordão, cordão de bebê único ou de gestação de gemelares, da técnica de coleta, entre outros. Amostras com volume de sangue de cordão umbilical inferiores a 15 ml não serão processadas porque são tecnicamente inviáveis38,39.

O volume de sangue não é o item mais relevante no processo de armazenamento, mas sim a quantidade total de células armazenadas por amostra (celularidade): este é o fator preponderante para o sucesso de um eventual transplante4.

Em termos de número de células coletadas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece, como limite mínimo, uma amostra com 500 milhões de células40. Abaixo deste limite, os pais devem ser consultados sobre o fato de quererem ou não prosseguir com o processo de armazenamento. A celularidade média da CordVida é 7% superior à dos melhores laboratório do mundo e mais de 100% superior ao padrão mínimo estabelecido pela Anvisa.

A coletas do sangue do cordão umbilical é dolorosa ou envolve algum risco para a mãe ou bebê?

Não. A coleta do sangue do cordão umbilical não causa dor e tampouco traz riscos para a mãe ou bebê. O sangue de cordão umbilical é coletado imediatamente após o nascimento do bebê e sua completa separação do cordão umbilical. A coleta pode ser feita tanto em partos normais como em cesarianas, através de um procedimento indolor. Não há necessidade de procedimentos anestésicos ou de incisões adicionais no corpo da mãe ou do bebê.

Como é a coleta das células tronco mesenquimais?

A coleta das células do tecido do cordão umbilical é feita após o nascimento do bebê e após a coleta do sangue do cordão. O seu médico ou o profissional de enfermagem da CordVida recolhe o maior segmento do cordão umbilical e o coloca em um frasco estéril fornecido pela CordVida. A bolsa contendo o sangue e o frasco com o cordão são enviados para o nosso laboratório, para processamento. Assim como ocorre no caso do sangue do cordão, a coleta do cordão umbilical é segura para a mãe e para o bebê, podendo ser feita após partos normais ou cesarianas23.

A que temperatura deve ser efetuado o transporte do sangue e do tecido do cordão umbilical até ao laboratório?

O sangue e o tecido do cordão umbilical devem ser transportados para o laboratório a uma temperatura que varie entre 2 e 24 °C, conforme determinado pela Anvisa na legislação vigente . É importante que o recipiente onde as amostras são acondicionadas as proteja contra variações de temperaturas. Além disso, é muito importante que a temperatura, ao longo do transporte, seja monitorada continuamente40. Após a chegada do material ao laboratório, todo o processamento é realizado à temperatura ambiente.

Se um membro da família adoecer e houver a possibilidade de infundir as células-tronco guardadas, como saber se as células são compatíveis?

Será necessário fazer um teste de compatibilidade. Este exame analisa os genes dos antígenos leucocitários humanos (HLA) do doador (a criança cujas células-tronco foram criopreservadas) e do receptor (o familiar doente). Atualmente, os centros transplantadores analisam entre 6 e 10 genes HLA para definir o grau de compatibilidade. Caso haja compatibilidade em todos os genes comparados, o doador e o receptor são considerados 100% compatíveis. Em caso de irmãos diretos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe), a probabilidade de serem totalmente compatíveis é de 25%. Para outros familiares, a probabilidade de compatibilidade é muito semelhante à probabilidade de encontrar um doador fora da família. No entanto, a probabilidade de encontrar doadores parcialmente compatíveis é maior.

Em transplantes nos quais a célula doada provém do sangue do cordão umbilical, é possível realizar o procedimento com a compatibilidade parcial entre doador e receptor (4 genes compatíveis em 6 genes pesquisados, por exemplo). Além do teste descrito acima, o sucesso do transplante também vai depender de outros fatores, como a quantidade de células infundidas, a condição física do paciente e o tipo de doença, entre outros26,41.

O que é a doença do enxerto contra hospedeiro?

É uma complicação que pode ocorrer após transplantes alogênicos (de outra pessoa compatível), na qual as células imunológicas do doador atacam o organismo do paciente transplantado. O risco é maior após transplantes com células-tronco de medula óssea do que com sangue do cordão umbilical. Em transplantes autólogos, não há risco de doença do enxerto contra hospedeiro. Em transplantes alogênicos relacionados (familiares) com sangue do cordão umbilical, o risco é muito menor do que em transplantes alogênicos aparentados com medula óssea42.

Por que devo armazenar o sangue e tecido do cordão de todos os meus filhos?

A coleta de sangue do cordão umbilical é uma decisão de precaução como tantas outras tomadas por pais e mães. Precaução contra o quê?

Contra doenças que, muitas vezes, têm baixa probabilidade de incidência. A probabilidade de alguém precisar de células-tronco do sangue do cordão é de 1 para 217, enquanto a probabilidade da incidência de uma das doenças mais prováveis detectadas pelo teste do pezinho (Fibrose Cística) é de 1 para 250043. Entre as vantagens de armazenar as células-tronco para todos os filhos, podemos citar:

a. As células-tronco estarão imediatamente disponíveis se o uso for necessário.

b. São 100% compatíveis com a própria pessoa e detém chance de 25% de serem 100% compatíveis entre irmãos do mesmo pai da mesma mãe.

c. As células-tronco são mais tolerantes em termos de compatibilidade.

d. Se um dos filhos vier a apresentar uma doença para a qual o uso de células-tronco autólogas não está indicado, as células de um irmão poderiam ser uma opção terapêutica, caso fossem compatíveis.

e. São células com potencial uso no futuro. Hoje, novas doenças são estudadas, nos principais centros de pesquisa do mundo, com o uso de células-tronco para seu tratamento.

Em quantas bolsas o sangue do cordão umbilical do meu filho é armazenado?

Na maioria dos casos o sangue do cordão é armazenado em 1 bolsa. O fator mais importante a ser considerado na coleta, no processamento e no armazenamento das células-tronco do seu bebê é a quantidade final de células armazenadas, independentemente de em quantas bolsas forem armazenadas. No momento do uso, os centros transplantadores deverão infundir o maior número possível de células. A CordVida opta pelo uso de uma bolsa bi-partida. O uso de mais de uma bolsa ocorre quando é expressamente requisitado pelos pais e o número de células seja superior a 1,2 bilhão.

A CordVida, hoje, tem a maior média de células armazenadas por amostra, superando em mais de 100% o padrão mínimo estabelecido pela Anvisa. Isto reflete o nosso foco na excelência em cada etapa do processo: coleta; transporte (aproximadamente 99% chega ao nosso laboratório em menos de 36h); processamento e separação das células-tronco com alta recuperação; e armazenamento através de duas tecnologias diferenciadas, o BioArquivo e o nosso Alta Eficiência.

Quais são as diferenças entre um banco privado e um banco público?

No caso dos bancos públicos, as células-tronco do cordão umbilical do seu bebê são doadas para serem armazenadas em uma instituição pública. Isso implica na possibilidade de utilização destas células para qualquer pessoa que precisar de um tratamento. Já no banco privado, o armazenamento garante que aquelas células estarão totalmente disponíveis a qualquer momento e serão utilizadas apenas para o tratamento do seu bebê e de familiares diretos. Se você optar por não armazenar as células-tronco de seu bebê em um banco privado, a doação das células-tronco do seu bebê também é uma boa forma de ajudar outras famílias.

Posso coletar as células-tronco do cordão e dividi-las entre um banco público e outro privado?

Não. No Brasil, a resolução que regulamenta o funcionamento dos bancos de sangue de cordão umbilical (RDC 56) não permite a divisão da quantidade do total de células-tronco coletadas entre dois bancos. A divisão do total de células em duas bolsas implicaria em armazenar duas amostras com celularidade mais baixa.


Referências Bibliográficas:

22. Cryopreservation of Human Stem Cells for Clinical Application: A Review.
Hunt CJ.
Transfus Med Hemother. 2011;38(2):107-123. Epub 2011 Mar 16.

23. Umbilical cord blood: information for childbirth educators.
Waller-Wise R.
J Perinat Educ. 2011 Winter;20(1):54-60.

24. Bone marrow donors worldwide annual report 2010

25. Graft-versus-host disease in children who have received a cord-blood or bone marrow transplant from an HLA-identical sibling. Eurocord and International Bone Marrow Transplant Registry Working Committee on Alternative Donor and Stem Cell Sources.
Rocha V, Wagner JE Jr, Sobocinski KA, Klein JP, Zhang MJ, Horowitz MM, Gluckman E.
N Engl J Med. 2000 Jun 22;342(25):1846-54.

26. Transplants of umbilical-cord blood or bone marrow from unrelated donors in adults with acute leukemia.
Rocha V, Labopin M, Sanz G, Arcese W, Schwerdtfeger R, Bosi A, Jacobsen N, Ruutu T, de Lima M, Finke J, Frassoni F, Gluckman E; Acute Leukemia Working Party of European Blood and Marrow Transplant Group; Eurocord-Netcord Registry.
N Engl J Med. 2004 Nov 25;351(22):2276-85.

27. Survival after transplantation of unrelated donor umbilical cord blood is comparable to that of human leukocyte antigen-matched unrelated donor bone marrow: results of a matched-pair analysis.
Barker JN, Davies SM, DeFor T, Ramsay NK, Weisdorf DJ, Wagner JE.
Blood. 2001 May 15;97(10):2957-61.

28. Patents versus transplants.
Gluckman E, O'Reilly R, Wagner J, Rubinstein P.
Nature. 1996 Jul 11;382(6587):108.

29. Mesenchymal stem cells: Molecular characteristics and clinical applications.
Rastegar F, Shenaq D, Huang J, Zhang W, Zhang BQ, He BC, Chen L, Zuo GW, Luo Q, Shi Q, Wagner ER, Huang E, Gao Y, Gao JL, Kim SH, Zhou JZ, Bi Y, Su Y, Zhu G, Luo J, Luo X, Qin J, Reid RR, Luu HH, Haydon RC, Deng ZL, He TC.
World J Stem Cells. 2010 Aug 26;2(4):67-80.

30. Clinical trials for stem cell therapies.
Trounson A, Thakar RG, Lomax G, Gibbons D.
BMC Med. 2011 May 10;9:52. Review.

31. Transplantation of umbilical cord-derived mesenchymal stem cells as a novel strategy to protect the central nervous system: technical aspects, preclinical studies, and clinical perspectives.
Dalous J, Larghero J, Baud O.
Pediatr Res. 2012 Apr;71(4 Pt 2):482-90.

32. Umbilical cord mesenchymal stem cells: adjuvants for human cell transplantation.
Friedman R, Betancur M, Boissel L, Tuncer H, Cetrulo C, Klingemann H.
Biol Blood Marrow Transplant. 2007 Dec;13(12):1477-86.

33. Mesenchymal stromal cells: a novel and effective strategy for facilitating engraftment and accelerating hematopoietic recovery after transplantation?
Bernardo ME, Cometa AM, Locatelli F.

34. Wharton's Jelly stem cells: future clinical applications.
Taghizadeh RR, Cetrulo KJ, Cetrulo CL.
Placenta. 2011 Oct;32 Suppl 4:S311-5. Epub 2011 Jul 6. Review.

35. www.clinicaltrials.gov

36. Characterization and expression analysis of mesenchymal stem cells from human bone marrow and adipose tissue.
Lee RH, Kim B, Choi I, Kim H, Choi HS, Suh K, Bae YC, Jung JS.
Cell Physiol Biochem. 2004;14(4-6):311-24.

37. Wharton's jelly mesenchymal stem cells as candidates for beta cells regeneration: extending the differentiative and immunomodulatory benefits of adult mesenchymal stem cells for the treatment of type 1 diabetes.
Anzalone R, Lo Iacono M, Loria T, Di Stefano A, Giannuzzi P, Farina F, La Rocca G.
Stem Cell Rev. 2011 Jun;7(2):342-63. Review.

38. A simple and reliable procedure for cord blood banking, processing, and freezing: St Louis and Ohio Cord Blood Bank experiences.
Alonso JM 3rd, Regan DM, Johnson CE, Oliver DA, Fegan R, Lasky LC, Wall DA.
Cytotherapy. 2001;3(6):429-33.

39. Processing and cryopreservation of placental/umbilical cord blood for unrelated bone marrow reconstitution.
Rubinstein P, Dobrila L, Rosenfield RE, Adamson JW, Migliaccio G, Migliaccio AR, Taylor PE, Stevens CE.

40. RESOLUÇÃO - RDC N 56, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2010.
www.anvisa.gov.br/legis/index.htm

41. Outcomes after transplantation of cord blood or bone marrow from unrelated donors in adults with leukemia.
Laughlin MJ, Eapen M, Rubinstein P, Wagner JE, Zhang MJ, Champlin RE, Stevens C, Barker JN, Gale RP, Lazarus HM, Marks DI, van Rood JJ, Scaradavou A, Horowitz MM.
N Engl J Med. 2004 Nov 25;351(22):2265-75.

42. Advances in graft-versus-host disease biology and therapy.
Blazar BR, Murphy WJ, Abedi M.
Nat Rev Immunol. 2012 May 11;12(6):443-58

43. Cystic fibrosis.
Rowe SM, Miller S, Sorscher EJ.
N Engl J Med. 2005 May 12;352(19):1992-2001.

44. Clinical Protocols for the Isolation and Expansion of Mesenchymal Stromal Cells.
Bieback K, Schallmoser K, Klüter H, Strunk D.
Transfus Med Hemother. 2008;35(4):286-294.

45. Cord-Blood Engraftment with Ex Vivo Mesenchymal-Cell Coculture.
Marcos de Lima, M.D., Elizabeth J. Shpall, M.D. et al.
N Engl J Med 2012;367:2305-15.

Contato

Atendimento 24h
0800 707 2673

Grande São Paulo
11 3094-2673
11 2199-2673

Hotline de coletas 24h X 7
0800 888 2673

Rua Alvarenga 2226
Butantã - São Paulo,
SP - 05509-006

Curta a CordVida

 


Siga a CordVida

videos flat 100x100
Vídeos CordVida


accredited
Todos os processos da CordVida estão de acordo com os melhores padrões mundiais certificados pela AABB (American Association of Blood Banks)